Descrença
Não creio em Deus,
Matei-o na descrença em ti.
Fragmentei a omnipotência
Tanto quanto me dilaceraste o ego.
Às trevas penhorei a minh'alma
Num acto de perfeita insanidade.
Desejo-te a queda,
Justifico o Arcanjo que a gerou.
... E maturo a espera.
Ver-te-ei tombado
Entre os escombros da derrocada,
Desfeito em silvos de agonia,
De rojo à minha silhueta.
por fim, condenada,
Toda a mágoa posta em dia,
Crerei piamente em Deus.
Matei-o na descrença em ti.
Fragmentei a omnipotência
Tanto quanto me dilaceraste o ego.
Às trevas penhorei a minh'alma
Num acto de perfeita insanidade.
Desejo-te a queda,
Justifico o Arcanjo que a gerou.
... E maturo a espera.
Ver-te-ei tombado
Entre os escombros da derrocada,
Desfeito em silvos de agonia,
De rojo à minha silhueta.
por fim, condenada,
Toda a mágoa posta em dia,
Crerei piamente em Deus.
